
IA corporativa promete reduzir 50% da carga de trabalho
Inteligência artificial corporativa pode transformar drasticamente o ambiente de trabalho, reduzindo significativamente a carga operacional.
A inteligência artificial está se posicionando como o eixo central das transformações empresariais, com projeções indicando reduções de até 50% na carga de trabalho em várias áreas corporativas até 2026. Durante o evento "Brasil em Código 2025", especialistas convergiram sobre a necessidade de abordar a IA como elemento estratégico integrado aos objetivos de negócio.
Segundo dados apresentados no evento, a inteligência artificial promete impactos significativos em diferentes departamentos. Na área financeira, a estimativa é de 50% de redução da carga de trabalho, permitindo relatórios em tempo real e tomada de decisão inteligente. Nos recursos humanos, a projeção inicial é de 35% de redução, caminhando para 100% em algumas funções. No setor jurídico, a expectativa é de 35% de redução geral, com a gestão de contratos podendo chegar a 90% de automação.
Rodrigo Mielke, da Microsoft, destacou o caráter democrático da tecnologia de IA, enfatizando que a implementação eficaz requer engajamento humano desde o planejamento. O programa AI Guarantee, da Microsoft, exemplifica essa abordagem ao reunir líderes de negócios, TI e equipes operacionais em sessões estruturadas para definir prioridades através de questionamentos profundos sobre o propósito de cada iniciativa.
Vanderlei Ferreira, da Zebra Technologies, reforçou que a IA corporativa necessita de um propósito bem definido. Sem metas específicas alinhadas à estratégia organizacional, as iniciativas de IA tendem a se tornar genéricas e ineficazes. A tecnologia deve servir a objetivos mensuráveis, seja na otimização de processos, melhoria da experiência do cliente ou criação de novos modelos de receita.
A governança de dados emergiu como pilar fundamental para uma IA responsável. A criação de estruturas centralizadas para gestão de informações permite maior qualidade nos dados e controle adequado sobre seu acesso e uso. Essa governança assegura que os dados estejam disponíveis para as pessoas certas, sustentando decisões mais precisas e éticas.
O verdadeiro potencial da tecnologia só se realiza quando combinada com julgamento humano qualificado, capaz de questionar, interpretar e aplicar os insights gerados pelas máquinas de forma contextualizada e estratégica.
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