
IA para preços: Delta recua após pressão política
Delta Airlines volta atrás na decisão de usar IA para preços personalizados após pressão de senadores americanos. Empresa nega uso de dados pessoais.
A Delta Air Lines recuou de sua polêmica decisão de usar inteligência artificial para criar preços únicos de passagens aéreas para cada cliente. A mudança ocorreu após forte pressão de três senadores democratas americanos, que questionaram publicamente a estratégia da companhia.
Inicialmente, o presidente da Delta, Glen Hauenstein, havia anunciado a investidores que a empresa usaria IA para oferecer "um preço disponível naquele voo, naquela hora, para você, individualmente". A declaração gerou temores sobre o uso da tecnologia para maximizar lucros às custas dos consumidores.
Em resposta às críticas, a Delta enviou uma carta oficial garantindo que não usará dados pessoais para definir tarifas individualizadas. A empresa afirma que sua IA, chamada Fetcherr, será utilizada apenas para analisar fatores de mercado como demanda geral, preços de combustível e concorrência.
O CEO da American Airlines, Robert Isom, criticou a abordagem original, afirmando que usar IA dessa forma poderia "ferir a confiança do consumidor". A polêmica já motivou um projeto de lei para proibir o uso de dados pessoais na definição de preços via inteligência artificial.
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